Relacionamento

Sair com mulheres que tem filhos: Como lidar com essa situação?

Hoje em dia cada vez menos as pessoas se obrigam a ficar com as outras. Todos buscam serem livres se as relações já se mostram desgastadas pelo tempo ou por conta do outro, e isso é um passo fundamental para a felicidade. Entretanto, não é raro ver pessoas que terminam seus relacionamentos tendo filhos. O homem, por sua posição na sociedade, ainda consegue ter uma vida mais normal, pouco afetada, e a imagem de pai dedicado parece contribuir bastante. Mas e as mulheres?

As mulheres sofrem mais com essa situação, já que costumam ficar com os filhos após a separação, o que dificulta as relações posteriores por um medo dos filhos, ou julgamento preconceituoso. Mais abaixo entenderá o porquê disso ser extremamente injustificado, e qual o cuidado que você deve ter nessa relação e sobre sair com uma mulher que tem filhos.

Sair com mulheres que tem filhos vale a pena?

Perguntar se vale a pena ou não sair com uma mulher que tem filhos é uma questão bastante estranha, pois, fundamental nisso tudo, é buscar as principais características daquela pessoa, como pontos a ser considerados para saber se é válido ou não, e não colocar o filho como parâmetro, passando isso, inclusive, a ter um viés machista se olhado mais a fundo, afinal, infelizmente, não foram poucos os que cresceram com o ensinamento de que mulher solteira com filho não serve para uma relação mais séria.

O que deve ser analisado nesse ponto é se ela é uma pessoa cujos traços de personalidade remetam a algo bom: se tem empatia, carinho, se é alguém disposta a estar do lado nas horas boas e ruins, alguém que tem ações respeitosas e etc.

Quem está disposto a entrar numa relação com uma mulher que tem filhos, se assim preferir, pode observar a relação anterior da outra pessoa, buscando informações, sempre com bastante delicadeza, respeitando os limites e a vontade do outro em falar, sem nunca coagir, e a partir daí construir um pouco mais a ideia sobre a personalidade do outro.

Vale salientar que um filho, inclusive, pode acentuar características ou trazer a tona outras antes nunca despertadas na pessoa, sendo a principal delas um senso de responsabilidade muito grande, porque, a partir dali, não são poucos os que passam a compreender a vida de uma maneira muito diferente.

Os filhos podem atrapalhar o relacionamento?

Não há uma resposta exata para isso, mas para não responder com um “talvez”, pode-se dizer da seguinte maneira: sim e não.

Não se pode negar o fato de que um filho pode sim atrapalhar uma relação nova, tudo vai depender do quão aberto ele é àquela pessoa que surge no cotidiano, não rara às vezes já vem bastante estabelecido, e pouco suscetível a mudanças. Um filho, com sua própria personalidade, pode se sentir ameaçado, como qualquer outra pessoa, quando surge alguém, e, então, minar a relação através de atitudes ou da ausência delas.

Quando isso não é o principal problema, que pode ser contornado através de conversas, explicando o que é essa nova relação e quem é essa nova pessoa, algo que acontece muito com crianças, é serem influenciadas pelos antigos parceiros das pessoas para não gostarem dos novos parceiros da mãe, aí sim uma situação mais delicada, e que pode sofrer interferência da justiça, inclusive.

No entanto, se o filho se mostrar disposto e ser receptivo com aquela pessoa que entra na rotina familiar, pode haver gigantescos ganhos, pois, este, por se tratar de alguém extremamente importante para a mãe, pode influenciar positivamente na tomada de decisões e até no controle de crises do casal, sendo um aliado bastante forte no relacionamento.

Como lidar com a situação?

É quase impossível ficar indiferente quando a mulher que você está interessado revela ter um filho, isso porque, imediatamente, passa pela cabeça algumas situações antes nunca imaginadas. A pessoa começa a raciocinar a carga de responsabilidade que terá se optar por seguir naquela relação, e sabe que demandará certos cuidados, pois, além da relação em si, há o vínculo que será criado com o filho dela.

É fundamental que a pessoa que se dispõe a entrar nessa nova relação não seja invasiva com o filho, buscando um contato forçado, pouco natural.  Deve-se ter o mesmo trato que teria com uma pessoa desconhecida qualquer, respeitando os limites estabelecidos e entendendo que ali há, por mais óbvio que pareça, alguém com personalidade própria, gostos e uma rotina anterior à sua chegada a essa família.

Vencida a barreira inicial, estando o filho acostumado a presença dessa nova pessoa, a relação é vivenciada como qualquer outra, sempre de forma respeitosa.

Veja também um vídeo sobre o assunto:

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